porto

𝐔𝐦𝐚 𝐈𝐧𝐭𝐫𝐨𝐝𝐮çã𝐨 à 𝐆𝐮𝐢𝐭𝐚𝐫𝐫𝐚 𝐏𝐨𝐫𝐭𝐮𝐠𝐮𝐞𝐬𝐚 Nas décadas de 1820 e 1830, a guitarra, outrora protagonista nos salões burgueses, passa a sobreviver somente nos meios proletários de Lisboa. Terá sido assim que se dá o primeiro encontro do cordofone com o 𝐅𝐚𝐝𝐨, canção que identifica na guitarra a expressividade ideal para evocar as tragédias, os episódios de vida pitorescos, as cenas do quotidiano, os amores e desamores cantados na lírica fadista, que nesta fase embrionária se caracteriza pela informalidade e improvisação, sem indicação de autoria. Cordofone de mão, piriforme, montado com doze cordas metálicas, dispostas em seis ordens; o número de trastes varia entre 12 e 17, nas mais antigas, até 22 nas actuais. A 𝐆𝐮𝐢𝐭𝐚𝐫𝐫𝐚 𝐏𝐨𝐫𝐭𝐮𝐠𝐮𝐞𝐬𝐚 na sua versão 𝐝𝐞 𝐋𝐢𝐬𝐛𝐨𝐚 afina em Si Lá Mi Si Lá Ré. Fonte: Pedro Caldeira Cabral | Rui Vieira Nery Nas fotografias, uma Guitarra Portuguesa de Lisboa, da Artimusica Instrumentos, disponível na Casa da Guitarra. + info: geral@casadaguitarra.pt | 222010033

Outubro
24
2020

Nas décadas de 1820 e 1830, a guitarra, outrora protagonista nos salões burgueses, passa a sobreviver somente nos meios proletários de Lisboa. Terá sido assim que se dá o primeiro encontro do cordofone com o 𝐅𝐚𝐝𝐨, canção que identifica na guitarra a expressividade ideal para evocar as tragédias, os episódios de vida pitorescos, as cenas do quotidiano, os amores e desamores cantados na lírica fadista, que nesta fase embrionária se caracteriza pela informalidade e improvisação, sem indicação de autoria.


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“O instrumento musical a que hoje damos o nome de Guitarra Portuguesa apresenta uma série de traços característicos que resultam de um longo e complexo processo evolutivo. ” (Pedro Caldeira Cabral). Na organologia da guitarra portuguesa, surge invariavelmente referência à Guitarra Inglesa, instrumento de grande divulgação nos salões europeus no séc XVIII, conhecida primeiro no Porto, provavelmente introduzida no país pela comunidade inglesa cá residente. A partir do início do séc. XIX , é possível encontrar registos da designação “guitarra portuguesa”, possivelmente, num primeiro momento para referir em particular o modelo com 6 pares de cordas (seriam primeiramente 5), numa transformação que terá sido introduzida no instrumento já em Portugal. Já os primeiros instrumentos com as dimensões, estrutura mecânica e afinidade tímbrica com as atuais guitarras tiveram origem nos anos 20 do séc XIX; os construtores mais afamados de então eram Augusto Vieira, António Victor Vieira, João Pedro Grácio Junior e Álvaro Marciano de Oliveira. Actualmente, os violeiros fabricam guitarras de três tipos: 𝗣𝗼𝗿𝘁𝗼, 𝗟𝗶𝘀𝗯𝗼𝗮 e 𝗖𝗼𝗶𝗺𝗯𝗿𝗮. Fonte: Pedro Caldeira Cabral | Rui Vieira Nery Na imagem, fotografia de Guitarra Portuguesa do Porto, em construção, de 𝗔𝗹𝗳𝗿𝗲𝗱𝗼 𝗧𝗲𝗶𝘅𝗲𝗶𝗿𝗮 .

Outubro
16
2020

𝗨𝗺𝗮 𝗜𝗻𝘁𝗿𝗼𝗱𝘂çã𝗼 à 𝗚𝘂𝗶𝘁𝗮𝗿𝗿𝗮 𝗣𝗼𝗿𝘁𝘂𝗴𝘂𝗲𝘀𝗮

“O instrumento musical a que hoje damos o nome de Guitarra Portuguesa apresenta uma série de traços característicos que resultam de um longo e complexo processo evolutivo. ” (Pedro Caldeira Cabral).


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Outubro
7
2020

A decorrer em Novembro, 𝐂𝐮𝐫𝐬𝐨 𝐝𝐞 𝐂𝐮𝐫𝐭𝐚 𝐃𝐮𝐫𝐚çã𝐨 de 𝐆𝐮𝐢𝐭𝐚𝐫𝐫𝐚 𝐏𝐨𝐫𝐭𝐮𝐠𝐮𝐞𝐬𝐚, conjunto de oficinas de grupo com o objectivo de iniciar o estudo do instrumento numa vertente prática e teórica.
Orientado pelo professor 𝐄𝐝𝐮𝐚𝐫𝐝𝐨 𝐁𝐚𝐥𝐭𝐚𝐫 𝐒𝐨𝐚𝐫𝐞𝐬.


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Oficina orientada por Napoleão Ribeiro e Nuno Dias, da Escola de Música Tradicional da Ponte Velha. A proposta passa pela abordagem da história da gaita-de-fole em Portugal, através de uma breve apresentação da iconografia do instrumento, suas tipologias e técnicas de execução existentes nos contextos portugueses.

Outubro
24
2020

Oficina orientada por Napoleão Ribeiro e Nuno Dias, da Escola de Música Tradicional da Ponte Velha.
A proposta passa pela abordagem da história da gaita-de-fole em Portugal, através de uma breve apresentação da iconografia do instrumento, suas tipologias e técnicas de execução existentes nos contextos portugueses.


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