casa da guitarra

Desde finais do séc. XIII, mais concretamente no Cancioneiro da Ajuda (1280), que se encontram representadas em várias iluminuras, violas de mão tocadas por jograis, instrumentos que prefiguram a forma essencial da vihuela ou viola quinhentista, cuja essência está na origem da viola actual. Herdeira da vihuela é a a Braguesa ou Viola de Braga, instrumento popular do Noroeste português. Em Aveleda, Braga, foram recolhidas por Ernesto Veiga de Oliveira, junto do violeiro Domingos Machado, duas afinações: Mouraria Velha, do agudo para o grave, SOL3 MI3 SI3 LA2 MI2, e Moda Velha, do agudo para o grave, LA3 FA#3 SI3SOl2 RE2. Esta tem a particularidade da 3ª ordem de cordas (SI3) ser a mais aguda, o que lhe dá uma sonoridade muito própria. Julga-se ser a afinação mais antiga da Viola Braguesa. Nas fotografias, Viola Braguesa, fabrico Artimúsica Instrumentos Musicais Lda Disponível em Casa da Guitarra +info em geral@casadaguitarra.pt, facebook e instagram.

Maio
13
2020

Desde finais do séc. XIII, mais concretamente no Cancioneiro da Ajuda (1280), que se encontram representadas em várias iluminuras, violas de mão tocadas por jograis, instrumentos que prefiguram a forma essencial da vihuela ou viola quinhentista, cuja essência está na origem da viola actual.

Herdeira da vihuela é a a Braguesa ou Viola de Braga, instrumento popular do Noroeste português. Em Aveleda, Braga, foram recolhidas por Ernesto Veiga de Oliveira, junto do violeiro Domingos Machado, duas afinações: Mouraria Velha, do agudo para o grave, SOL3 MI3 SI3 LA2 MI2, e Moda Velha, do agudo para o grave, LA3 FA#3 SI3SOl2 RE2. Esta tem a particularidade da 3ª ordem de cordas (SI3) ser a mais aguda, o que lhe dá uma sonoridade muito própria. Julga-se ser a afinação mais antiga da Viola Braguesa.

Nas fotografias, Viola Braguesa, fabrico Artimúsica Instrumentos Musicais Lda
Disponível em Casa da Guitarra
+info em geral@casadaguitarra.pt, facebook e instagram.


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8 peças para guitarra da autoria de Carlos Paredes e Eduardo Baltar Soares. 8 pinturas de João Marques de Lima inspiradas nas paisagens naturais e musicais de Portugal. Um concerto, uma exposição e uma conversa em torno da obra de Carlos Paredes. Participação de João Diogo Leitão na Guitarra Clássica Conversa conduzida por Octávio Fonseca Silva Quadros para Paredes é um gesto musical largo composto por 8 episódios onde procurei emoldurar a música de Carlos Paredes. Não se trata de uma homenagem. Paredes é Paredes e não precisa de homenagens. Trata-se, antes, de uma necessidade. Necessidade de exteriorizar a admiração sem limites pelo seu trabalho. Necessidade de aprender a música do mestre, moldá-la para que caiba na viola. Torná-la um pouco minha, no fundo querer ser Paredes por instantes. É um trabalho que pretende reflectir sobre as grandes heranças culturais. O que fazer com elas? Conhecer, estudar, reproduzir? Sem dúvida. Mas optámos aqui, também, por interferir, interpelar, cortar e acrescentar. Quisemos enfatizar gestos, criar pontos de inflexão, preparação e momentos de contemplação. Construir uma narrativa. Não deixa de ser, por isso, um pensamento sobre o lugar da memória na actualidade dos dias. "Eduardo Baltar Soares"

Junho
29
2019

8 peças para guitarra da autoria de Carlos Paredes e Eduardo Baltar Soares.

8 pinturas de João Marques de Lima inspiradas nas paisagens naturais e musicais de Portugal.

Um concerto, uma exposição e uma conversa em torno da obra de Carlos Paredes.

Participação de João Diogo Leitão na Guitarra Clássica

Conversa conduzida por Octávio Fonseca Silva


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