casa da guitarra

Transcrições para 𝐆𝐮𝐢𝐭𝐚𝐫𝐫𝐚 𝐂𝐥á𝐬𝐬𝐢𝐜𝐚 (inclui tablatura) de vinte e seis peças para piano de António Pinho Vargas. Entre as diversas transcrições feitas por Pedro Rodrigues está a incontornável 𝐓𝐨𝐦 𝐖𝐚𝐢𝐭𝐬. Edição Notação XXI Disponível na Casa da Guitarra + info: geral@casadaguitarra.pt | 222010033| www.casadaguitarra.pt𝘎𝘶𝘪𝘵𝘢𝘳𝘳𝘢 𝘦 𝘰𝘶𝘵𝘳𝘢𝘴 𝘏𝘪𝘴𝘵ó𝘳𝘪𝘢𝘴 –𝐀𝐧𝐭ó𝐧𝐢𝐨 𝐏𝐢𝐧𝐡𝐨 𝐕𝐚𝐫𝐠𝐚𝐬 por Pedro Rodrigues

Dezembro
8
2020

𝘎𝘶𝘪𝘵𝘢𝘳𝘳𝘢 𝘦 𝘰𝘶𝘵𝘳𝘢𝘴 𝘏𝘪𝘴𝘵ó𝘳𝘪𝘢𝘴 –𝐀𝐧𝐭ó𝐧𝐢𝐨 𝐏𝐢𝐧𝐡𝐨 𝐕𝐚𝐫𝐠𝐚𝐬 por Pedro Rodrigues Transcrições para 𝐆𝐮𝐢𝐭𝐚𝐫𝐫𝐚 𝐂𝐥á𝐬𝐬𝐢𝐜𝐚 (inclui tablatura) de vinte e seis […]


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“O instrumento musical a que hoje damos o nome de Guitarra Portuguesa apresenta uma série de traços característicos que resultam de um longo e complexo processo evolutivo. ” (Pedro Caldeira Cabral). Na organologia da guitarra portuguesa, surge invariavelmente referência à Guitarra Inglesa, instrumento de grande divulgação nos salões europeus no séc XVIII, conhecida primeiro no Porto, provavelmente introduzida no país pela comunidade inglesa cá residente. A partir do início do séc. XIX , é possível encontrar registos da designação “guitarra portuguesa”, possivelmente, num primeiro momento para referir em particular o modelo com 6 pares de cordas (seriam primeiramente 5), numa transformação que terá sido introduzida no instrumento já em Portugal. Já os primeiros instrumentos com as dimensões, estrutura mecânica e afinidade tímbrica com as atuais guitarras tiveram origem nos anos 20 do séc XIX; os construtores mais afamados de então eram Augusto Vieira, António Victor Vieira, João Pedro Grácio Junior e Álvaro Marciano de Oliveira. Actualmente, os violeiros fabricam guitarras de três tipos: 𝗣𝗼𝗿𝘁𝗼, 𝗟𝗶𝘀𝗯𝗼𝗮 e 𝗖𝗼𝗶𝗺𝗯𝗿𝗮. Fonte: Pedro Caldeira Cabral | Rui Vieira Nery Na imagem, fotografia de Guitarra Portuguesa do Porto, em construção, de 𝗔𝗹𝗳𝗿𝗲𝗱𝗼 𝗧𝗲𝗶𝘅𝗲𝗶𝗿𝗮 .

Outubro
16
2020

𝗨𝗺𝗮 𝗜𝗻𝘁𝗿𝗼𝗱𝘂çã𝗼 à 𝗚𝘂𝗶𝘁𝗮𝗿𝗿𝗮 𝗣𝗼𝗿𝘁𝘂𝗴𝘂𝗲𝘀𝗮

“O instrumento musical a que hoje damos o nome de Guitarra Portuguesa apresenta uma série de traços característicos que resultam de um longo e complexo processo evolutivo. ” (Pedro Caldeira Cabral).


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Desde finais do séc. XIII, mais concretamente no Cancioneiro da Ajuda (1280), que se encontram representadas em várias iluminuras, violas de mão tocadas por jograis, instrumentos que prefiguram a forma essencial da vihuela ou viola quinhentista, cuja essência está na origem da viola actual. Herdeira da vihuela é a a Braguesa ou Viola de Braga, instrumento popular do Noroeste português. Em Aveleda, Braga, foram recolhidas por Ernesto Veiga de Oliveira, junto do violeiro Domingos Machado, duas afinações: Mouraria Velha, do agudo para o grave, SOL3 MI3 SI3 LA2 MI2, e Moda Velha, do agudo para o grave, LA3 FA#3 SI3SOl2 RE2. Esta tem a particularidade da 3ª ordem de cordas (SI3) ser a mais aguda, o que lhe dá uma sonoridade muito própria. Julga-se ser a afinação mais antiga da Viola Braguesa. Nas fotografias, Viola Braguesa, fabrico Artimúsica Instrumentos Musicais Lda Disponível em Casa da Guitarra +info em geral@casadaguitarra.pt, facebook e instagram.

Maio
13
2020

Desde finais do séc. XIII, mais concretamente no Cancioneiro da Ajuda (1280), que se encontram representadas em várias iluminuras, violas de mão tocadas por jograis, instrumentos que prefiguram a forma essencial da vihuela ou viola quinhentista, cuja essência está na origem da viola actual.

Herdeira da vihuela é a a Braguesa ou Viola de Braga, instrumento popular do Noroeste português. Em Aveleda, Braga, foram recolhidas por Ernesto Veiga de Oliveira, junto do violeiro Domingos Machado, duas afinações: Mouraria Velha, do agudo para o grave, SOL3 MI3 SI3 LA2 MI2, e Moda Velha, do agudo para o grave, LA3 FA#3 SI3SOl2 RE2. Esta tem a particularidade da 3ª ordem de cordas (SI3) ser a mais aguda, o que lhe dá uma sonoridade muito própria. Julga-se ser a afinação mais antiga da Viola Braguesa.

Nas fotografias, Viola Braguesa, fabrico Artimúsica Instrumentos Musicais Lda
Disponível em Casa da Guitarra
+info em geral@casadaguitarra.pt, facebook e instagram.


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