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Viola de Fado Na viragem para o século XIX, terá chegada a Portugal um novo instrumento sob a designação de viola francesa ou de violão, que, segundo Mário de Sampayo Ribeiro, terá sido introduzido no país possivelmente por quaisquer emigrantes liberais. Em 1839, encontramos em Braga a Arte da Música para Viola Francesa de J.P.S.S., o que estabelece uma data e nos mostra o instrumento tal como ainda hoje ele se apresenta fundamentalmente. A viola francesa com cinco cordas simples seria a mesma de que evoluíram tanto a actual viola de concerto (por vezes conhecida como guitarra Hispânica ou guitarra clássica) como a moderna Viola de Fado, instrumento musical muito semelhante à guitarra clássica, mas com seis cordas de aço. A par da guitarra portuguesa, define-se na sua especificidade como um dos instrumentos protagonistas do Fado. Fontes: Rui Vieira Nery e Ernesto Veiga de Oliveira Nas fotografias, Viola de Fado, modelo 30351, construtor Artimúsica Instrumentos Musicais Lda Disponível na Casa da Guitarra + info em geral@casadaguitarra.pt, facebook e instagram.

May
22
2020

(Portuguese) A viola francesa com cinco cordas simples seria a mesma de que evoluíram tanto a actual viola de concerto (por vezes conhecida como guitarra Hispânica ou guitarra clássica) como a moderna Viola de Fado, instrumento musical muito semelhante à guitarra clássica, mas com seis cordas de aço. A par da guitarra portuguesa, define-se na sua especificidade como um dos instrumentos protagonistas do Fado.


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Desde finais do séc. XIII, mais concretamente no Cancioneiro da Ajuda (1280), que se encontram representadas em várias iluminuras, violas de mão tocadas por jograis, instrumentos que prefiguram a forma essencial da vihuela ou viola quinhentista, cuja essência está na origem da viola actual. Herdeira da vihuela é a a Braguesa ou Viola de Braga, instrumento popular do Noroeste português. Em Aveleda, Braga, foram recolhidas por Ernesto Veiga de Oliveira, junto do violeiro Domingos Machado, duas afinações: Mouraria Velha, do agudo para o grave, SOL3 MI3 SI3 LA2 MI2, e Moda Velha, do agudo para o grave, LA3 FA#3 SI3SOl2 RE2. Esta tem a particularidade da 3ª ordem de cordas (SI3) ser a mais aguda, o que lhe dá uma sonoridade muito própria. Julga-se ser a afinação mais antiga da Viola Braguesa. Nas fotografias, Viola Braguesa, fabrico Artimúsica Instrumentos Musicais Lda Disponível em Casa da Guitarra +info em geral@casadaguitarra.pt, facebook e instagram.

May
13
2020

(Portuguese) Desde finais do séc. XIII, mais concretamente no Cancioneiro da Ajuda (1280), que se encontram representadas em várias iluminuras, violas de mão tocadas por jograis, instrumentos que prefiguram a forma essencial da vihuela ou viola quinhentista, cuja essência está na origem da viola actual.

Herdeira da vihuela é a a Braguesa ou Viola de Braga, instrumento popular do Noroeste português. Em Aveleda, Braga, foram recolhidas por Ernesto Veiga de Oliveira, junto do violeiro Domingos Machado, duas afinações: Mouraria Velha, do agudo para o grave, SOL3 MI3 SI3 LA2 MI2, e Moda Velha, do agudo para o grave, LA3 FA#3 SI3SOl2 RE2. Esta tem a particularidade da 3ª ordem de cordas (SI3) ser a mais aguda, o que lhe dá uma sonoridade muito própria. Julga-se ser a afinação mais antiga da Viola Braguesa.

Nas fotografias, Viola Braguesa, fabrico Artimúsica Instrumentos Musicais Lda
Disponível em Casa da Guitarra
+info em geral@casadaguitarra.pt, facebook e instagram.


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Também chamada de Bandurra ou Viola de Castelo branco, eis a Viola Beiroa, cordofone da região da Beira Baixa, pertencente à família das violas de Arame portuguesas. A actual afinação, definida pelo mestre Alísio Saraiva, convencionou-se em MI RÉ LÁ MI SI + RÉ (requintas). Pormenor do cravelhal das requintas, exclusivo da Viola Beiroa entre as Violas de Arame portuguesas. As requintas são duas cordas agudas e curtas, que não são pisadas, sendo tocadas quase sempre soltas. Fonte: Viola Beiroa, Método, Edição INATEL Viola Beiroa, construtor Artimúsica. Disponível na Casa da Guitarra. Mais informações em geral@casadaguitarra. pt

April
21
2020

(Portuguese) Também chamada de Bandurra ou Viola de Castelo branco, eis a Viola Beiroa, cordofone da região da Beira Baixa, pertencente à família das violas de Arame portuguesas. A actual afinação, definida pelo mestre Alísio Saraiva, convencionou-se em MI RÉ LÁ MI SI + RÉ (requintas).

Pormenor do cravelhal das requintas, exclusivo da Viola Beiroa entre as Violas de Arame portuguesas. As requintas são duas cordas agudas e curtas, que não são pisadas, sendo tocadas quase sempre soltas.

Fonte: Viola Beiroa, Método, Edição INATEL

Viola Beiroa, construtor Artimúsica.

Disponível na Casa da Guitarra.

Mais informações em geral@casadaguitarra. pt


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