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É fundamentalmente no Minho que o Cavaquinho aparece hoje como uma espécie típicamente popular, ligada às formas essenciais da música característica desta província. O Cavaquinho minhoto têm como característica a escala rasa com o tampo, o que facilita a prática do “rasgueado”, contém doze trastos e a boca da caixa é usualmente de ”raia” embora surjam ainda outros de boca redonda. O Cavaquinho é um instrumento com um grande número de afinações que variam conforme as terras, as formas tradicionais e até os tocadores. Mi Si Lá Ré, agudo para o grave, será porventura a afinação mais versátil, mas Ré Si Sol Sol ou Mi Dó# Lá Lá serão por certo as afinações mais usuais entre os tocadores de Braga para a prática do varejamento do malhão e do vira na “moda velha”
Cavaquinho

ound mostly in the Portuguese region of Minho, the... Ler Mais

O Machete ou Machetinho madeirense oitocentista, é um pequeno cordofone de mão, ou de corda dedilhada que entronca na grande e diversificada família das violas de mão portuguesas tardo-quinhentistase, da qual, é o seu soprano. Na ilha da Madeira, no último quartel do séc. XIX, o instrumento é designado por Machete de Braga, sendo a partir de finais desse período simplesmentechamado de Braguinha. Este instrumento de solo, cantante ou ponteado, alegre e gracioso foi, em outros tempos, de grande estima das damas e donzelas madeirenses. Diferencia‐se pelo facto da sua escala ser sobreposta à caixa de ressonância e não rasa como o seu homónimo Cavaquinho. O Braguinha encordoa com 4 cordas, do agudo para o grave, Ré Si Sol Ré.
Braguinha

he Braguinha or 19th-century Machetinho Madeirense (little... Ler Mais

Cavaquinho Brasileiro
Cavaquinho Brasileiro

(Portuguese) Cavaquinho... Ler Mais

Cavaquinho Cabo Verde Casa da Guitarra Porto
Cavaquinho Cabo Verde

(Portuguese) Cavaquinho Cabo... Ler Mais

Lisboa Portuguese Guitar

(Portuguese) Existem três tipos de Guitarra Portuguesa: a... Ler Mais

A Guitarra Portuguesa é um instrumento muito difundido em Portugal sendo o que mais se aproxima do sentimento Lusitano do povo português. Tudo leva a crer, ter sido um instrumento que entrou pela barra do rio Douro, aquando das trocas comerciais entre Portugal e a Inglaterra no séc. XVIII, O Cistre mais tarde conhecido por Guitarra Inglesa, entusiasmou músicos e construtores do Norte do País, até que António da Silva Leite, Mestre de Capela na Sé Catedral do Porto, nacionalizou este instrumento, chamando‐lhe Guitarra Portuguesa. A forma da Guitarra Portuguesa de Coimbra é maior do que a de Lisboa. Tem uma caixa mais aguçada e a escala mais comprida ajustada ao tipo de “balada”. A sua afinação é diferente da de Lisboa, com um tom abaixo, Lá Sol Ré Lá Sol Dó, do agudo ao grave. É um cordofone com acordes, uma estrutura e colocação das cordas que caracteriza bastante a música de Coimbra. A sua voluta tem um motivo de forma oval, a lágrima. Continuar
Coimbra Portuguese Guitar

The Coimbra Portuguese Guitar features a tear-shaped... Ler Mais

A Viola Beiroa apareceu na faixa leste do distrito de Castelo Branco e acompanhava descantes festivos, nas tabernas, e sobretudo em serenatas aos noivos. Praticamente desaparecida da Beira Baixa, esta viola pode ser ainda encontrada em ocasiões cerimoniais, destacando-se a sua aplicação na “Dança dos Homens” que remontam o Sec XVII. Além das cinco ordens de cordas, característica das violas portuguesas, a Viola Beiroa tem duas cordas mais agudas, conhecidas por “Requintas” ou “Cantadeiras”, presas a um cravelhal suplementar junto da caixa, e são sempre tocadas soltas. A Viola Beiroa pode conter as seguintes afinações: Ré Si Sol Ré Lá Ré, do agudo para o grave, e Mi Ré Lá Mi Si Ré, de modo a obter um maior enriquecimento sonoro e uma maior simplicidade nos acordes
Beiroa Guitar

(Portuguese) A Viola Beiroa apareceu na faixa leste do... Ler Mais

Também designada por Viola Alentejana, a Viola Campaniça era o instrumento musical usado para acompanhar os célebres cantares à desgarrada, ou " cantes a despique", nas festas e feiras do Alentejo. É a maior das violas portuguesas e possui 5 ordens de cordas, tocada de dedilhado apenas com o polegar, sendo que as cordas mais graves são geralmente tocadas soltas. Adaptada à exposição da melodia das modas e cantigas alentejanas pode possuir dois tipos de afinação: Sol Mi Dó Fá Dó, do agudo para o grave, e Mi Dó# Lá Ré Lá. Como particularidade, apesar de ser um instrumento de dez cordas, pode possuir doze afinadores o que indicia que o instrumento, que se crê que tenha evoluido a partir da “Vihuela de Mano” medieval , foi outrora dotado de uma sexta ordem de cordas duplas, mas que estas terão caído em desuso
Campaniça Guitar

Also called Viola Alentejana, the Viola Campaniça was the... Ler Mais


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Fado por Casa da Guitarra

2020-01-01 2020-12-31 18h

Fado às 6 is a performance of traditional fado music, that takes approximately 60 minutes. It is... Ler Mais

Nesta oficina, o músico de Braga e estudioso dos cordofones tradicionais, abordará temas essenciais que vão desde a imprescindível manutenção do instrumento ao tipo de cordas a usar para cada afinação. A partir daí, consoante o tipo de interessados, serão aprofundadas as questões harmónicas, inversões, diferentes ritmos tradicionais, o rasgado e uso do polegar, técnica que distingue o cavaquinho dos demais instrumentos. Valor: 20 euros Número mínimo e máximo de participantes: 3 / 8 Inscrições: geral@casadaguitarra.pt
(Portuguese) Oficina de cavaquinho: manutenção, técnicas e reportório

2020-03-28 2020-03-28 15:00

(Portuguese) Nesta oficina, o músico de Braga e estudioso dos cordofones tradicionais, abordará... Ler Mais


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oc Rossi celebra mais um aniversário ao som da sua guitarra e da sua cítara. Oportunidade para ouvir música "American Primitive e "European Primitive", da Córsega, França, Itália, Irlanda e Estados Unidos.
(Portuguese) Doc Rossi

2020-02-29 2020-02-29 18:00

(Portuguese) Doc Rossi celebra mais um aniversário ao som da sua guitarra e da sua cítara.... Ler Mais

Oficina orientada por Rui Pedro Claro, músico, e Liliana Moura, actriz e formadora de técnica vocal, em que abordarão a estrutura musical e a adequação do tom à voz , entre outros elementos. 1 de Fevereiro e 15 de Fevereiro 15h-18h 20€, 1 sessão; 40€, duas sessões Participantes: nº. mínimo - 3 pessoas nrº.máximo - 10 pessoas Inscrições - geral@casadaguitarra.pt, 222 010 033
(Portuguese) Oficina de Fado – A melodia e a voz

2020-02-15 2020-02-15 15:00

(Portuguese) Oficina de Fado - A melodia e a... Ler Mais


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Viola de Fado Na viragem para o século XIX, terá chegada a Portugal um novo instrumento sob a designação de viola francesa ou de violão, que, segundo Mário de Sampayo Ribeiro, terá sido introduzido no país possivelmente por quaisquer emigrantes liberais. Em 1839, encontramos em Braga a Arte da Música para Viola Francesa de J.P.S.S., o que estabelece uma data e nos mostra o instrumento tal como ainda hoje ele se apresenta fundamentalmente. A viola francesa com cinco cordas simples seria a mesma de que evoluíram tanto a actual viola de concerto (por vezes conhecida como guitarra Hispânica ou guitarra clássica) como a moderna Viola de Fado, instrumento musical muito semelhante à guitarra clássica, mas com seis cordas de aço. A par da guitarra portuguesa, define-se na sua especificidade como um dos instrumentos protagonistas do Fado. Fontes: Rui Vieira Nery e Ernesto Veiga de Oliveira Nas fotografias, Viola de Fado, modelo 30351, construtor Artimúsica Instrumentos Musicais Lda Disponível na Casa da Guitarra + info em geral@casadaguitarra.pt, facebook e instagram.
(Portuguese) Viola de fado

(Portuguese) A viola francesa com cinco cordas simples seria a mesma de que evoluíram tanto a... Ler Mais

Desde finais do séc. XIII, mais concretamente no Cancioneiro da Ajuda (1280), que se encontram representadas em várias iluminuras, violas de mão tocadas por jograis, instrumentos que prefiguram a forma essencial da vihuela ou viola quinhentista, cuja essência está na origem da viola actual. Herdeira da vihuela é a a Braguesa ou Viola de Braga, instrumento popular do Noroeste português. Em Aveleda, Braga, foram recolhidas por Ernesto Veiga de Oliveira, junto do violeiro Domingos Machado, duas afinações: Mouraria Velha, do agudo para o grave, SOL3 MI3 SI3 LA2 MI2, e Moda Velha, do agudo para o grave, LA3 FA#3 SI3SOl2 RE2. Esta tem a particularidade da 3ª ordem de cordas (SI3) ser a mais aguda, o que lhe dá uma sonoridade muito própria. Julga-se ser a afinação mais antiga da Viola Braguesa. Nas fotografias, Viola Braguesa, fabrico Artimúsica Instrumentos Musicais Lda Disponível em Casa da Guitarra +info em geral@casadaguitarra.pt, facebook e instagram.
(Portuguese) Viola Braguesa

(Portuguese) Desde finais do séc. XIII, mais concretamente no Cancioneiro da Ajuda (1280), que se... Ler Mais