Porque hoje é Carnaval…

Porque hoje é Carnaval... Fotografia de 1926 (Torre do Tombo), de dia de desfile de Carnaval em Lisboa. O pequeno Charlot transporta um 𝐛𝐚𝐧𝐝𝐮𝐫𝐫𝐢𝐧𝐡𝐨, instrumento bastante utilizado em Portugal, em tunas rurais e urbanas e tocatas populares entre o século XIX e o primeiro quarto do século XX. Com 4 ordens de cordas metálicas, é afinado em MI LÁ RÉ SOL (violino, bandolim) ou RÉ SI SOL RÉ (cavaquinho). A caixa tem apenas um bojo, piriforme; o braço é raso com o tampo, a escala tem doze trastes e as cravelhas são dorsais. A criança mascarada de Pierrot tem consigo um 𝐜𝐚𝐯𝐚𝐪𝐮𝐢𝐧𝐡𝐨 𝐝𝐞 𝟔 𝐜𝐨𝐫𝐝𝐚𝐬, um cordofone que se sente bastante confortável em ambientes festivos, lúdicos e profanos, do “terreiro rural à taberna urbana”. É considerado um instrumento muito completo, pois, apesar do tamanho é capaz de produzir em simultâneo ritmo, harmonia e melodia através das técnicas de rasgado. Tradicionalmente de 4 cordas metálicas, tem versões de 6 e 8 cordas, usadas sobretudo em grupos ou tunas, beneficiando do som mais poderoso. Fonte: Nuno Cristo Com a folia possível, boa terça-feira de Carnaval!


Fevereiro
16
2021
Porque hoje é Carnaval…
Fotografia de 1926 (Torre do Tombo), de dia de desfile de Carnaval em Lisboa. O pequeno Charlot transporta um 𝐛𝐚𝐧𝐝𝐮𝐫𝐫𝐢𝐧𝐡𝐨, instrumento bastante utilizado em Portugal, em tunas rurais e urbanas e tocatas populares entre o século XIX e o primeiro quarto do século XX. Com 4 ordens de cordas metálicas, é afinado em MI LÁ RÉ SOL (violino, bandolim) ou RÉ SI SOL RÉ (cavaquinho). A caixa tem apenas um bojo, piriforme; o braço é raso com o tampo, a escala tem doze trastes e as cravelhas são dorsais.
A criança mascarada de Pierrot tem consigo um 𝐜𝐚𝐯𝐚𝐪𝐮𝐢𝐧𝐡𝐨 𝐝𝐞 𝟔 𝐜𝐨𝐫𝐝𝐚𝐬, um cordofone que se sente bastante confortável em ambientes festivos, lúdicos e profanos, do “terreiro rural à taberna urbana”. É considerado um instrumento muito completo, pois, apesar do tamanho é capaz de produzir em simultâneo ritmo, harmonia e melodia através das técnicas de rasgado. Tradicionalmente de 4 cordas metálicas, tem versões de 6 e 8 cordas, usadas sobretudo em grupos ou tunas, beneficiando do som mais poderoso.
Fonte: Nuno Cristo
Com a folia possível, boa terça-feira de Carnaval!